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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Darksiders

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Christian God of Warcraft

História

O jogo conta que existem três reinos: Céu, Inferno e dos Homens, para assegurar a balança do poder entre os reinos existe o Conselho. O Conselho possui 4 cavaleiros extramente poderosos que são capazes de manter o equilibrio quando a força é necessária. Você começa controlando um desses cavaleiros. Logo no início da história você chega ao reino dos Homens em meio a uma guerra imensa entre demônios e anjos, quanto os humanos, coitados, dão nem pro cheiro. Todos ali são seus inimigos, anjos, demônios e humanos, seu objetivo inicial é socar porrada em tudo que se move até você perder todos seus poderes e ser morto por um demônio gigante.

Após a morte você acorda no Conselho, lá eles te avisam que você traiu as diretrizes do conselho por ter ido ao reino do homens e começado uma guerra, por isso perdeu os poderes e morreu. O Conelho decide que sua missão é voltar para o reino dos Homens e tirar ela do controle do diabão Destroyer., entretanto, para assegurar que você não trairá mais, eles colocam um demônio que é capaz de te atormentar preso ao seu braço.

De volta ao reino dos Homens há a descoberta que já se passou um século desde a sua morte. Para enfrentar o Destroyer,  você terá que buscar ajuda de outro demônio chamado Samael. Ele diz que abrirá um portal para o trono do Destroyer mas em troca você tem que enfrentar outros 4 demônios e trazer o coração deles pra ele.

O jogo

Bem, o jogo é uma mistura de God of War com World of Warcraft. Simplesmente o design do jogo inteiro é claramente inspirado no Warcraft, tanto que o personagem principal tem a cara do Arthas, quanto a God Of War é por causa do estilo de jogo.

Os desafios iniciais do jogo é pancadaria sem parar, tendo até inimigos realmente difíceis de serem enfrentados. Quando você chega na Twilight Cathedral, começa a ter puzzles que você tem que quebrar um pouco a cabeça para resolver.

A qualidade gráfica do jogo é boa, apesar de ficar claro que há uma má otimização, pois já joguei outros jogos mais bonitos que não sobrecarregou tanto o pc. Mais um adendo negativo quanto a parte de gráficos é a baixa customização para otimizar o desempenho.

Conclusão

Apesar de não possuir uma história e personagens marcantes, não deixa de ser um jogo divertido, pois possui boa jogabilidade, violência, desafios e recompensas durante todo o jogo.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Oddworld

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Salve sua espécie de virar alimento!

Comentarei aqui um pouco sobre a série Oddworld, que é um grande épico dos games que nasceu em 1997. Joguei pela primeira vez, Abe’s Oddysee, primeiro jogo dessa série no meu vendido Playstation 1. Só me lembro que era: divertido, difícil e engraçado! Infelizmente não terminei o jogo nessa época. Depois de 14 anos resolvi comprar no Steam e finalmente consegui cumprir a missão de terminar esse jogo e sua continuação direta: Abe’s Exoddus!

Abe’s Oddysee

História

Você controla Abe, um mudokon que trabalha como faxineiro em uma grande empresa “RuptureFarms”, que seu principal negócio é “fabricar carnes”. Os executivos e gerentes da empresa são da raça Glukkons. Em um dia de sorte, Abe decide espiar uma reunião dos executivos e descobre que as outras espécimes estão vendendo pouco e para aumentar o lucro deverão fabricar carne de mudokons! Desesperado ele começa a fugir e agora, a sua missão, é ajudar os outros membros da sua raça a escapar.

A história é a clássica do “bom selvagem”, onde os mudokons e outros seres escravizados não civilizados são do bem e os empresários e seus capangas(da raça Sligs) são do mal. Há bastante analogias ao mundo real, por exemplo, os Glukkons que são os empresários maus, não possuem mãos, associando os empresário não sabem fazer nada por si só,  tendo sempre que mandar os outros. Sem contar as inúmeras placas e atitudes dos personagens satirizando algumas regras de condutas nas empresas.

O jogo

O jogo é em plataforma 2D mas com alguns elementos em 3D. Os comandos são simples e trouxe a inovação de você poder se comunicar com outros mudokons em tempo real600full-oddworld--abe's-exoddus-screenshot através de comandos que acionam a voz do personagem. Por exemplo, você aperta a tecla “1”, Abe diz “Hello”, se houver outro mudokon próximo ele responde e assim abrindo possibilidades para outros diálogos. Outro poder interessante é poder controlar a mente do adversário, podendo assim usar ele para matar outros ou até mesmo fazer ele se matar.

Como todo bom jogo de plataforma 2D, você terá que correr, pular em plataformas íngremes e desviar de obstáculos. Ainda terá que resolver puzzles difíceis! Mas difícil mesmo, necessitando de ótimas sacadas, muita habilidade e paciência.

Abe’s Exoddus

História

Esse jogo começa exatamente após o término do Abe’s Oddysee, após um curto período de celebração, Abe acaba tendo uma visão onde os mudokons estão sendo escravizados para extrair os ossos de seus antepassados para o produto novo dos Glukkons. Esse produto é o Soulstorm Brewery, que mais tarde Abe acaba descobrindo que, além dos ossos, o produto também é feito das lágrimas dos mudokons.

O jogo

O jogo mantém a mesma jogabilidade e recursos do jogo antigo mas com melhorias nos recursos de conversa e agora você pode salvar a qualquer momento. O jogo abre o leque de possibilidades de interação com outros mudokons, pois além dos convencionais, existem aqueles que estão deprimidos, zangados, sob efeito do gás do riso, doentes e cegos. Existe também mais inimigos para controlar a mente, podendo dessa vez, até controlar um Glukkon !

Conclusão

Um jogo extremamente bem feito e divertido, possui um nível de dificuldade acima da média podendo assustar os jogadores mais casuais. Existem outros jogos da série como Munch’s Oddysee e Stranger’s Wrath, por não serem mais plataforma não me animou muito em jogar Para aqueles que não gostam de gráficos antigos, versões em HD para PS3 e Xbox serão lançadas (http://ps3.ign.com/articles/114/1146925p1.html).

sábado, 6 de agosto de 2011

Cruachan – Mais Folk Metal

Primeira vez que escutei Cruachan fiquei pensando: que por$#$% é essa? Simplesmente as músicas começam com uma baladinha,  então surge um metal rápido com gritos de death, no decorrer da música muda para um Power e depois encerra com a baladinha do começo. Agora pegue essa mudança de clima em uma única música  e aplique no álbum inteiro. Além das mudanças absurdas de estilo durante a música, a banda mantem as marcas características de uma banda Folk: ritmo, melodia e instrumentos(violino, flautas…). Não é a melhor banda de Follk metal, mas é divertida e possui algumas músicas impagáveis.

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1995 – Tuatha na gael [download]

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2000 – The Middle Kingdom [download]

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2002 – Folk Lore [download]

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2004 – Pagan [download]

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2006 – The Morrigan’s Call [download]

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2011 – Blood on the Black Robe [download]

sábado, 30 de julho de 2011

Golden Boy

golden boy

Você quer rir? Mas quer rir muito? Então vá assistir esse anime, ta esperando o que?

Essa série conta sobre Kintaro, um estudante que que largou a faculdade – que estava prestes a terminar e tinha passado em todos os exames – para inciar uma jornada para aprender sobre a vida. Mas graças as suas trapalhadas ele acaba enfrentando diversas confusões(sessão da tarde?). Cada episódio sempre há um local, emprego e persoangens novos.

Simplesmente o anime mais hilário que já assisti em toda minha vida, ri do começo ao fim. Mesmo assistindo pela terceira vez a série inteira. O único defeito é que são apenas 6 episódios!! Normal de séries boas, ou acabam rápido ou não tem fim.

Download [6 episódios Smiley triste]

Hinata Sou: http://www.hinata.xpg.com.br/paginas2/index.php?page=klauss/goldenboy.html

domingo, 29 de maio de 2011

Skyclad – Raízes do Folk Metal

Não sei porque, mas ultimamente estou viciado em Folk Metal. Escutei e acompanhei Elvenking até ele se tornar mais uma banda de melódico, triste. Decidi buscar pelas raízes do Folk Metal, e acredite.. uma delas é Trash Metal! \o/ Skyclad começa assim, um trash bem básico, mas com o tempo vai ganhando alguns violinos mas sem perder o peso. Eles continuam evoluindo o estilo, colocando cada vez mais elementos da música Folk e inevitavelmente perdendo o peso, até ficarem com o som de Folk Metal que conhecemos hoje em dia. Apesar de possuir um estilo Folk, as letras da banda possui temas de protesto em coisas do mundo real, como pobreza, politica, sociedade…

 

The Wayward Sons of Mother Earth

1991 - The Wayward Sons of Mother [download]

A Burnt Offering for the Bone Idol

1992 – A Burnt Offering for the Bone Idol [download]

docu0554

1992 – Tracks From The Wilderness [download]

Jonah's Ark

1993 – Jonah’s Ark [download]

Prince of the Poverty Line

1994 – Prince of the Poverty Line [download]

The Silent Whales of Lunar Sea

1995 – The Silent Whales of Lunar Sea [download]

Irrational Anthems

1996 – Irrational Anthems [download]

Oui Avant-Garde A Chance

1996 – Oui Avant-Garde A chance [download]

The Answer Machine

1997 – The Answer Machine? [download]

Vintage Whine

1999 – Vintage Whine [download]

Folkemon

2000 – Folkémon [download]

3673

2001 – Another Fine Mess [download]

No Daylights Nor Heeltaps

2002 – No Daylights Nor Heeltaps [download]

A Semblance of Normality

2004 - A Semblance of Normalty [download]

In the All Together

2009 – In the? All Together [download]

sábado, 2 de abril de 2011

Jogos Originais para PC, vale a pena? Parte 5: Onde comprar jogos?

| Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5

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Existem vários lugares que você pode comprar seu jogo original para computador, sem precisar sair de casa e sem esperar o carteiro entregar. O maior sucesso atual de vendas de jogos para PC é a venda digital, você paga para ter acesso ao download do seu jogo.  Vamos discutir um pouco sobre as vantagens e desvantagens desse novo método ao mesmo tempo que vamos apresentando as lojas.

Comprando mídia física

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Maneira convencional de comprar qualquer objeto na internet, você paga com algum cartão ou boleto e espera a mercadoria chegar. Você também pode comprar em bancas de jornais ou em lojas físicas.

Revista Full Games

Revista que sempre traz um jogo original onde preço está sempre por volta de R$ 17,00. No acervo contém jogos de sucesso como: Assassin`s Creed, Far Cry 2  e outros.

Lojas convencionais: Saraiva, Submarino, Datishop

Os preços variam bastante(mas não saindo da faixa mencionada no post anterior)  e muitas vezes são injustos. Injusto porque o preço do jogo muitas vezes está relacionado ao título, se o jogo é bastante procurado(mesmo que seja antigo) ele acaba saindo tão caro quanto um lançamento. Por outro lado isso pode ser vantajoso, você pode comprar um jogo muito legal mas não muito famoso por um preço inferior.

O jogo físico é legal por que você possui a caixinha, o DVD e muitas vezes acompanha um manual com artes. Esse tipo de material é interessante principalmente para colecionadores, mas para pessoas que possuem pouco espaço ou não querem ter uma estante cheia de jogos não é interessante.

Comprando mídia digital

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O processo de compra é realizado pela internet e necessita necessariamente de algum cartão de crédito ou uma conta no PayPal. Após pago, você pode imediatamente efetuar o download do jogo.

Principais lojas: STEAM, Xiri, Games for Windows, EA Sore

Entre essas mencionadas, a pioneira, mais organizada e mais abrangente é loja STEAM da Valve.  Simplesmente eles tiveram a visão de um futuro onde a maioria das pessoas iriam preferir ter seus jogos guardados virtualmente na internet ao invés de  guardar em caixas. Eles estavam certos, a loja em 2010 teve um crescimento e lucro absurdos, ou seja, o futuro que eles imaginaram está acontecendo agora.

Pode parecer estranho para quem não está acostumado, vou explicar como funciona. Você cria uma conta de usuário  e todos jogos que você comprar ficará ligado a essa conta para sempre. Você faz o download do jogo e brinca. Que desinstalar o jogo mas sempre precisar fazer o download novamente? O STEAM por exemplo, permite você fazer um backup pra não precisar fazer um download novamente. Quer jogar novamente? É só instalar novamente! Comprou um micro novo e perdeu os bakcups? Não tem problema, só baixar novamente e instalar. Mas calma, isso não tem muita novidade, pois o jogos em mídias física possuem um número SERIAL onde permite você usar qualquer cópia do jogo. A novidade aqui é que a loja gerencia esses números ligando-os a sua conta e você nem fica sabendo que eles existem.

Outra grande vantagem da venda digital é que o custo é muito menor sobre a venda física, que necessariamente deveria impactar nos preços dos jogos comercializados. Infelizmente nem sempre isso é verdade,  pois muitos jogos em lançamento possuem o mesmo preço do jogo físico. Não sei exatamente o porque disso, mas dependendo da produtora, em poucos meses o jogo cai pela metade do preço. Na loja do STEAM por exemplo, em várias datas espalhadas pelo ano os preços dos jogos caem 33% a 75%. Essas datas sempre estão relacionadas a lançamento de novos jogos, feriados ou simplesmente vontade da produtora em vender mais barato. Esse tipo de promoção é raro ver em lojas físicas, mas no STEAM acontece no mínimo umas duas vezes por mês.

Outra característica interessante é a rede social que essas lojas criam, no STEAM por exemplo, você adiciona amigos, ver o que seus amigos estão jogando, criar seu perfil, ver suas estatísticas(por exemplo: tempo de jogo ou achievments conquistados), participar de comunidades, presentear amigos com jogos, pode conversar com eles enquanto joga (sem minimizar o jogo) e outras atividades.

Outra grande vantagem que o STEAM possui é após adquirir o jogo, se esse jogo tiver ou ganhar uma versão para MAC , você automaticamente irá ter essa versão também. Acredito que a ideia deles é compre uma vez e jogue em qualquer lugar que possua STEAM (isso me lembra JAVA).

Enfim

Eu gosto muito do STEAM! Muito mesmo! Pois lá é onde encontro quase todos os jogos para PC e onde o preço é quase sempre mais barato. Sem contar as ferramentas para backup e recursos de rede social que ele oferece. Outra vantagem importante do STEAM, mesmo que você compre o jogo em outra loja você pode adiciona-lo em sua biblioteca(claro, se tiver suporte).

Futuro perigoso

Jogos distribuídos por meios digitais não precisam de embalagem, não ocupam espaço, portanto são mais fáceis de distribuir e a maior parte do lucro vai para desenvolvedora. Diante dessa vantagem deveria permitir uma redução severa no preço para o consumidor, mas nos lançamentos isso não acontece. Atualmente existe um grave problema nesse modelo, não há nada desenvolvido nessas plataformas para você poder emprestar ou dar um jogo que você não quer mais. O pior é que não há interesse das produtoras em desenvolver ferramentas do tipo, pois aparentemente essas funcionalidades irão afetar diretamente seu grandioso lucro. Para agravar ainda mais o problema, estão querendo levar esse vinculo vitalício com o jogo para os consoles também.

Atualmente esse modelo negócio está crescendo, porém ainda existem problemas: preço que ainda está elevado e o consumidor que não possui controle total do produto adquirido, por outro lado permite maior lucro para as produtoras e portanto haverá ainda mais e mais investimentos nesse ramo. Observando outros segmentos como  App Sore, Android Market  e Itunes, observa-se que esse é (infelizmente ou felizmente) o futuro do comércio das mídias digitais.

terça-feira, 22 de março de 2011

The Last Remnant

 

TheLastRemnant

Square Enix: grande criadora de jogos de RPG eletrônicos do passado e talvez do presente. Sua principal série é  Final Fantasy que marcou, influenciou e expandiu o gênero chamado JRPG. The Last Remnant é um JRPG clássico mas com algumas peculiaridades que pode fazer você odiá-lo ou amá-lo.

História

A história do jogo é totalmente linear com muitas quests paralelas que não influenciam em nada na história principal e nem no mundo do jogo. O jogo não possui uma história brilhante, segue o padrão do herói ser um zé ninguém, descobre que tem grande poder oculto e pode salvar todo o continente. O herói se chama Rush, incialmente ele precisa resgatar sua irmã que foi raptado por um mago, durante essa busca ele acaba fazendo amizade com pessoas politicamente poderosas e descobre que esse mago não é qualquer um, ele também está relacionado com grandes forças politicas e outras forças misteriosas, depois de muitas histórias ele precisa salvar o mundo.

O jogo

Basicamente o modo de jogar não é muito diferente do básico dos JRPG, enquanto você está fora do combate você pode: acessar seus itens, mudar os equipamentos, mudar a formação do grupo, comprar itens, conversar com outros personagens e outras coisas clássicas. Quando acontece um combate, a tela retorce, um cenário fictício surge para a batalha, a música muda e o combate começa(algo clássico para aqueles que jogaram Final Fantasy).

O sistema de combate é por turnos, ao invés de controlar os personagens independentes, você controla uma tropa. Cada tropa pode ter no máximo 5 personagens e você pode ter no máximo 5 tropas. Todo começo de turno você decide o que cada tropa irá fazer, mas você não sabe exatamente o que eles irão fazer. - “Hu?”, você se questionando e lendo novamente a última frase. Isso mesmo, por exemplo você da uma ordem para a tropa: “Cure os outros!”, mas se não tiver ninguém para curar eles acabam fazendo nada. Outro exemplo de ordem: “Ataquem com magia!”,  mas que magia? Isso pode acabar sendo irritante, pois as vezes a vitória pode ser decidida se sua tropa irá fazer algo útil ou não. Muitas vezes não fazem, ai você perde e fica puto. Existe também uma barra de moral que diz o estado de espírito da suas tropas, se estiver baixa eles irão provocar pouco dano, errar mais, levar mais dano e o contrário acontece se estiver alta.

A evolução dos personagens não é baseada em level, a cada batalha vencida pode ser que algumas características de alguns de seus personagens aumentem. Além disso é muito importante fazer upgrade das armas dos seus personagens, para isso você precisa de itens e ir no ferreiro.  No início é até fácil fazer upgrades das armas, mas para as armas mais poderosas é muito trabalhoso conseguir esses itens, muitas vezes requer que você faça alguma tarefa muito trabalhosa para guilda(matar uma criatura rara ou coletar item raro) para então tentar “dropar” o seu item de alguma criatura, que também é raro.

As quests paralelas são basicamente ir até alguma dungeon e matar algum monstro, coletar algum item, conversar com tal pessoa e outras coisas básicas. Você pode simplesmente ignora-las? Infelizmente não, elas são muito importantes para a evolução dos seus personagens e conquista de dinheiro. Muitas vezes os inimigos da história ficarão muito poderosos e será necessário gastar muito tempo evoluindo.

Outros pontos irritantes do jogo: os inimigos raros e poderosos que ficam espalhados pelo cenário sem nenhuma característica melhor para diferencia-los dos comuns(as vezes eles são tão poderosos e que te matam fácil, fácil) e a impossibilidade de remanejar itens entre seus personagens(ou seja, se o protagonista tem um item na mochila que não precisa, ele não pode entregar para outro personagem que precisa).

Conclusão

The Last Remnant é um jogo básico com uma história básica de JRPG, as mudanças apresentadas na jogabilidade contribuem com uma nova perspectiva de jogar, porém concede novas limitações que não existiam que acabam criando dificuldades que não precisava. Simplesmente, um jogo mediano.